terça-feira, 7 de setembro de 2010

.apeteceu-me

Todos se perguntavam como eram eles capazes de estar juntos à tanto tempo, sem quase estarem um com o outro. Mas a resposta é bem simples. Ambos amavam a vida e uma maneira bem particular. (...) O telefone ela tocou, foi só um toque, ela disse adeus aos amigos, e foi ter ao sitio de sempre. Lá estava ele, lindo como sempre, com o maior sorriso. Depois de jantar ele tinha mandado uma mensagem a dizer que tinha um surpresa. Quando ela chegou estava em pulgas para saber o que era. Foram para o spot habitual, os arrumos ao fundo do quintal da casa dele. Sentaram-se os dois nas cadeiras de baloiço, e ele mostro-lhe, tinha arranjado bolota paquistanesa, ela adorava. Ficou super contente. Fizeram um, dois, tres, quatro... a rotina de sempre, foram falando, sim porque eles adoram falar, falar faz sempre bem, e ambos sabiam que não existiam segredos. Estavam com uma moca daquelas, ela ainda consegui mandar uma mensagem à mãe a avizar que passava a noite em casa dele. O efeito da droga foi um estimulo, então entraram para os arrumos e lá ficaram até de manhã, consumiram-se a noite toda. Aquele sofá já tinha tantas histórias.
Eles amavam-se mesmo, disso ninguém duvidava, e o segredo deles era só pequenas noite recheadas com charros e bebida, sexo furtivo, noites sem fim. Eram assim que eles viviam e vivem.

4 comentários:

  1. "O efeito da droga foi um estimulo, então entraram para os arrumos e lá ficaram até de manhã, consumiram-se a noite toda. Aquele sofá já tinha tantas histórias." adorei

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  2. super forte, super lindo. adorei *

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